segunda-feira, 31 de julho de 2017

Nota de Falecimento Faleceu a Sra. Maria Custodia da Silva “a conhecida Todia”

Nota de Falecimento

Faleceu a Sra. Maria Custodia da Silva “a conhecida Todia” Seu esposo: José Antônio Viana, Irmãs: Maria da Penha, Lucia e Cleuza, Sobrinhos: Rafael, José Carlos, Carla, Antônio Carlos, Aparecida, Ana Lucia e Junior, amigas: Adriane, Simone Helena e Ana Rosa, parentes e amigos, convidam a todos para seu sepultamento nesta terça-feira, ás 10:00 horas da manhã, saindo o féretro da Capela Velório de Faria Lemos onde o corpo está sendo velado, para o cemitério local.
A Família enlutada agradece a todos por este ato de fé e solidariedade cristã.
 Comunicamos o falecimento da Sra. Maria Custodia da Silva “a conhecida Todia”
              Informou o Plano                                

      Assistencial Familiar VIDA.

Rapaz mata a companheira a golpes de foice em Espera Feliz. Ele está sendo procurado.

ESPERA FELIZ (MG) - Robson Lira Gonçalves, 18 anos, é procurado por matar a companheira dele, Conceição Raymunda Guimarães Neta, 21 anos, a golpes de foice, durante a madrugada de domingo, 30/07, no córrego São Gonçalo, zona rural de Espera Feliz.

A Polícia Militar foi acionada e já encontrou a vítima morta no terreiro, cerca de cinco metros da casa, com cortes na região do pescoço, pernas direita e esquerda e com a mão esquerda amputada.
O pai do rapaz, Ronaldo Gonçalves, também foi ferido levemente num braço e numa mão. Ele alegou que houve um churrasco em casa durante o sábado por conta do seu aniversário.
Já a noite, Robson foi até Espera Feliz para ver como sua mãe estava. Ela está internada no hospital.
Ao retornar, praticou o assassinato da companheira dele. O pai não entrou em detalhes do que aconteceu, alegando que todos foram dormir e quando o filho retornou, forçou a entrada na casa e afirmou que a mulher estava morta no terreiro.
Uma testemunha, que estava dormindo na casa, também não soube dizer como os fatos se deram. Ele alegou que viu a confusão, saiu pelos fundos e foi pedir socorro.
A Polícia Militar levantou algumas suspeitas do que teria ocorrido e da motivação para o crime. A perícia esteve no local. O autor continua foragido e não foi localizado ainda.
Carlos Henrique Cruz - carlos@portalcaparao.com.br

Nota de Falecimento Faleceu o Sr. Amaury Moraes “o conhecido Lerico”

Nota de Falecimento

Faleceu o Sr. Amaury Moraes “o conhecido Lerico” Sua esposa: Luzia, Filhos: Rosangela, Rosane, e Hélder, Netos: Monique, Thiago e Larissa, Irmãos, Genro, parentes e amigos, convidam a todos para seu sepultamento nesta terça-feira, ás 09:00 horas da manhã, saindo o féretro da Capela Velório Vida de Carangola onde o corpo está sendo velado, para o cemitério local.
A Família enlutada agradece a todos por este ato de fé e solidariedade cristã.
 Comunicamos o falecimento do Sr. Amaury Moraes “o conhecido Lerico”
              Informou o Plano                                

      Assistencial Familiar VIDA.


Perdeu o Celular dentro do Ônibus da Empresa Irmãos na Linha Carangola/Santa Margarida nesse sábado

Resultado de imagem para celular perdidoUm jovem, que viajava até São Manoel do Boi em Carangola, perdeu o seu Celular dentro do Ônibus da Empresa Irmãos na Linha Carangola/Santa Margarida nesse sábado.
E um celular Gran Prime e que estava com capinha do Flamengo e nela escrito o nome do proprietário Myckael
Quem tiver informações que possam ajudar a recuperar o aparelho liguem por favor(32) 9-9916-4483

Exposição de Carangola. O MELHOR DA FESTA É NOSSA GENTE.



Terminou nesse domingo(30) a 68ª Expo de Carangola. Depois de 8 dias de festa. Uma das maiores do País.
Encontros, reencontros e um até breve na próxima exposição. Pois o melhor da festa é nossa gente. Tradicional e Pioneira na Região, em sua 68ª Edição, coincidentemente e propositalmente no fim das férias de julho, reuniu amigos e familiares. Uma grande festa. Uma grande celebração dos amigos e das famílias.
Isso é mais importante que shows e que tudo mais. Sempre foi e que assim seja sempre. Pois é muito bom sentir esse clima gostoso de todos nessa grande festa. 
A Segurança que tem sido o diferencial e em todos os anos é sempre o Destaque. Gente reunida e sem tumultos. Foram lá aqueles que querem se divertir e se divertiram. 
Uma pena a festa sofrer tantas exigências de certas "autoridades" da segurança. Parece até uma perseguição com Carangola. Pois Carangola tem um dos melhores e mais estruturados Parques de Eventos de toda a região, talvez do Estado e do País. Certamente o evento com menor índice de ocorrências. Ou quase nenhuma. Fica "nosso protesto" a essas autoridades. (Está certo exigir. Porém que se exija igualmente de todos). 
O lado social, mais uma vez, sendo visualizado e prestigiado. Isso é muito importante.
Parabéns ao Sindicato dos Produtores Rurais. Sempre buscando evoluir com a realização do evento. Aos parceiros compartilhem desse sucesso(os bônus e também os ônus) e sigam o exemplo de garra e determinação como esses abnegados Diretores dessa importante Entidade de nossa região. 

Programação da EXPO Porciúncula que acontece de 17 a 20 de agosto.


O 6º Downhill de Alto Caparaó(MG) irá acontecer de 12 a 13 de agosto. Etapa da COPA ZONA da MATA de Downhill


Programação da XXVI Festa da Paz em Divino que será em agosto

A 1ª Corrida de Ciclismo do Vale do Itabapoana irá acontecer no dia 13 de agosto em Bom Jesus do Itabapoana.


Enquanto Rio privatiza("Carangola quer privatizar"), por que Paris, Berlim e outras 265 cidades reestatizaram saneamento?

Enquanto Rio privatiza("Carangola quer privatizar"), por que Paris, Berlim e outras 265 cidades reestatizaram saneamento?



Cano de esgotoDireito de imagemBLUBERRIES/GETTY IMAGES
Image captionServiços inflacionados, ineficientes e com investimentos insuficientes são motivos para a reestatização

Enquanto iniciativas para privatizar sistemas de saneamento avançam no Brasil, um estudo indica que esforços para fazer exatamente o inverso - devolver a gestão do tratamento e fornecimento de água às mãos públicas - continua a ser uma tendência global crescente.
De acordo com um mapeamento feito por onze organizações majoritariamente europeias, da virada do milênio para cá foram registrados 267 casos de "remunicipalização", ou reestatização, de sistemas de água e esgoto. No ano 2000, de acordo com o estudo, só se conheciam três casos.
Satoko Kishimoto, uma das autoras da pesquisa publicada nesta sexta-feira, afirma que a reversão vem sendo impulsionada por um leque de problemas reincidentes, entre eles serviços inflacionados, ineficientes e com investimentos insuficientes. Ela é coordenadora para políticas públicas alternativas no Instituto Transnacional (TNI), centro de pesquisas com sede na Holanda.
"Em geral, observamos que as cidades estão voltando atrás porque constatam que as privatizações ou parcerias público-privadas (PPPs) acarretam tarifas muito altas, não cumprem promessas feitas inicialmente e operam com falta de transparência, entre uma série de problemas que vimos caso a caso", explica Satoko à BBC Brasil.
O estudo detalha experiências de cidades que recorreram a privatizações de seus sistemas de água e saneamento nas últimas décadas, mas decidiram voltar atrás - uma longa lista que inclui lugares como Berlim, Paris, Budapeste, Bamako (Mali), Buenos Aires, Maputo (Moçambique) e La Paz.

Sakoto KishimotoDireito de imagemDIVULGAÇÃO
Image captionSakoto Kishimoto, coordenadora para políticas públicas alternativas no Instituto Transnacional (TNI)

Privatizações a caminho

A tendência, vista com força sobretudo na Europa, vai no caminho contrário ao movimento que vem sendo feito no Brasil para promover a concessão de sistemas de esgoto para a iniciativa privada.
O BNDES vem incentivando a atuação do setor privado na área de saneamento, e, no fim do ano passado, lançou um edital visando a privatização de empresas estatais, a concessão de serviços ou a criação de parcerias público-privadas.
À época, o banco anunciou que 18 Estados haviam decidido aderir ao programa de concessão de companhias de água e esgoto - do Acre a Santa Catarina.
O Rio de Janeiro foi o primeiro se posicionar pela privatização. A venda da Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae) é uma das condições impostas pelo governo federal para o pacote de socorro à crise financeira do Estado.
A privatização da Cedae foi aprovada em fevereiro deste ano pela Alerj, gerando polêmica e protestos no Estado. De acordo com a lei aprovada, o Rio tem um ano para definir como será feita a privatização. Semana passada, o governador Luiz Fernando Pezão assinou um acordo com o BNDES para realizar estudos de modelagem.

Da água à coleta de lixo, 835 casos de reestatização

Satoko e sua equipe começaram a mapear as ocorrências em 2007, o que levou à criação de um "mapa das remunicipalizações" em parceria com o Observatório Corporativo Europeu.
site monitora casos de remunicipalização - que podem ocorrer de maneiras variadas, desde privatizações desfeitas com o poder público comprando o controle que detinha "de volta", a interrupção do contrato de concessão ou o resgate da gestão pública após o fim de um período de concessão.
A análise das informações coletadas ao longo dos anos deu margem ao estudo. De acordo com a primeira edição, entre 2000 e 2015 foram identificados 235 casos de remunicipalização de sistemas de água, abrangendo 37 países e afetando mais de 100 milhões de pessoas.
Nos últimos dois anos, foram listados 32 casos a mais na área hídrica, mas o estudo foi expandido para observar a tendência de reestatização em outras áreas - fornecimento de energia elétrica, coleta de lixo, transporte, educação, saúde e serviços sociais, somando um total de sete áreas diferentes.
Em todas esses setores, foram identificados 835 casos de remunicipalização entre o ano de 2000 e janeiro de 2017 - em cidades grandes e capitais, em áreas rurais ou grandes centros urbanos. A grande maioria dos casos ocorreu de 2009 para cá, 693 ao todo - indicando um incremento na tendência.
O resgate ou a criação de novos sistemas geridos por municípios na área de energia liderou a lista, com 311 casos - 90% deles na Alemanha.
A retomada da gestão pública da água ficou em segundo lugar. Dos 267 casos, 106 - a grande maioria - foram observados na França, país que foi pioneiro nas privatizações no setor e é sede das multinacionais Suez e Veolia, líderes globais na área.

ETA GuanduDireito de imagemCOSME AQUINO
Image captionEstação de Tratamento de Água (ETA) Guandu, em Nova Iguaçu (RJ)

Fácil fazer, difícil voltar atrás

De acordo com o estudo, cerca de 90% dos sistemas de água mundiais ainda são de gestão pública. As privatizações no setor começaram a ser realizadas nos anos 1990 e seguem como uma forte tendência, em muitos casos impulsionadas por cenários de austeridade e crises fiscais.
Satoko diz ser uma "missão impossível" chegar a números absolutos para comparar as remunicipalizações, de um lado, e as privatizações, de outro. Estas podem ocorrer em moldes muito diferentes, seja por meio de concessões de serviços públicos por determinados períodos, privatizações parciais ou venda definitiva dos ativos do Estado.
Entretanto, ela frisa a importância de se conhecer os riscos que uma privatização do fornecimento de água pode trazer e as dificuldades de se reverter o processo.
"Autoridades que tomam essa decisão precisam saber que um número significativo de cidades e estados tiveram razões fortes para retornar ao sistema público", aponta Satoko.
"Se você for por esse caminho, precisa de uma análise técnica e financeira muito cuidadosa e de um debate profundo antes de tomar a decisão. Porque o caminho de volta é muito mais difícil e oneroso", alerta, ressaltando que, nos muitos casos que o modelo fracassou, é a população que paga o preço.
Como exemplo ela cita Apple Valley, cidade de 70 mil habitantes na Califórnia. Desde 2014, a prefeitura vem tentando se reapropriar do sistema de fornecimento e tratamento de água por causa do aumento de preços praticado pela concessionária (Apple Valley Ranchos, a AVR), que aumentou as tarifas em 65% entre 2002 e 2015.

Litígios dispendiosos

A maioria da população declarou apoio à remunicipalização, mas a companhia de água rejeitou a oferta de compra pela prefeitura. Em 2015, a cidade de Apple Valley entrou com uma ação de desapropriação, e o processo agora levar alguns anos para ser concluído.
Satoko afirma que há inúmeros casos de litígios similares, extremamente dispendiosos aos cofres públicos e que geralmente refletem um desequilíbrio de recursos entre as esferas públicas e privadas.
"Quando as autoridades locais entram em conflito com uma companhia, vemos batalhas judiciais sem fim. Em geral, as empresas podem mobilizar muito mais recursos, enquanto o poder público tem recursos limitados, e muitas vezes depende de dinheiro proveniente de impostos para enfrentar o processo."
Outro exemplo que destaca é o de Berlim, onde o governo privatizou 49,99% do sistema hídrico em 1999. A medida foi extremamente impopular e, após anos de mobilização de moradores - e um referendo em 2011 -, ela foi revertida por completo em 2013. Foi uma vitória popular, diz Satoko, mas por outro lado o Estado precisou pagar 1,3 bilhão de euros para reaver o que antes já lhe pertencia.
"É um caso muito interessante, porque a iniciativa popular conseguiu motivar a desprivatização", diz Satoko. "Mas isso gerou uma grande dívida para o Estado, que vai ser paga pela população ao longo de 30 anos."

Realidade brasileira

Já tem uma década que a Lei do Saneamento Básico entrou em vigor no Brasil, mas metade do país continua sem acesso a sistemas de esgoto.
De acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, 50,3% dos brasileiros têm acesso a coleta de esgoto. Para a outra metade do país - 100 milhões de pessoas - o jeito de lidar com dejetos é recorrer a fossas sanitárias ou jogar o esgoto diretamente em rios. Já o abastecimento de água alcança hoje 83% dos brasileiros.
O economista Vitor Wilher afirma que não se pode ignorar esse cenário. Especialista do Instituto Millenium, ele considera que, no Brasil, a privatização seria uma solução do ponto de vista técnico e pragmático.
Ao deter controle de outras áreas que poderiam ser geridas pela iniciativa privada - como saneamento básico, correios, indústria de petróleo - o Estado brasileiro não consegue oferecer serviços básicos de qualidade, como segurança, educação e saúde, afirma.
"Na situação a que chegamos, porém, é meio irrelevante discutir se o Estado brasileiro deveria ou não cuidar dessas áreas. Porque o fato é que o Estado não tem mais recursos para isso", diz o economista.

Luiz Fernando Pezão e Paulo Rabello de CastroDireito de imagemAFP
Image captionGovernador do Rio, Luiz Fernando Pezão (direita), assina acordo de cooperação técnica com presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, para que o banco faça a modelagem da concessão da Cedae.

"Os recursos estão de tal sorte escassos que ou o Estado privatiza, ou essas áreas ficam sem investimento. Hoje mais de metade da população não tem saneamento básico. Um Estado que gera um deficit primário da ordem de quase R$ 200 bilhões ao ano não tem qualquer condição de fazer os investimentos públicos necessários no setor."

Moeda de troca para austeridade

O caso do Rio, e da Cedae, é semelhante ao de outros países em que a privatização de serviços públicos é exigido por instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial como contrapartida para socorro financeiro.
Satoko lembra o caso da Grécia, onde a privatização das companhias de água que abastecem as duas maiores cidades do país, Atenas e Thessaloniki, era uma das exigências do programa de resgate ao país.
"É um approach absolutamente injusto, porque a companhia de águas é vendida meramente para pagar uma dívida. Mas, com isso, o dinheiro entra no orçamento público e imediatamente desaparece. Depois disso, a empresa já saiu das mãos públicas - ou indefinidamente, ou por períodos de concessão muito longos, que costumam ser de entre 20 a 30 anos", pondera.
No papel, a Cedae é uma empresa de economia mista, mas o governo estadual do Rio detém 99,9% das ações. A companhia atende cerca de 12 milhões de pessoas em 64 municípios.
"No caso específico da Cedae, a entrega da gestão a iniciativa privada é ainda mais justificada", considera Wilher, do Instituto Millenium.
"Além de a situação fiscal do Rio ser crítica, a Cedae não tem serviços de tratamento de água e esgoto satisfatórios há décadas", diz ele, citando como contraponto o caso de Niterói, cidade vizinha ao Rio, em que a desvinculação da companhia pública e a privatização da rede de água levou a bons resultados. "É um dos cases de sucesso nos últimos anos no Brasil."
Apesar das muitas deficiências que costumam ser apontados na qualidade e na abrangência do serviço prestado, a Cedae tem ganhos expressivos: só em 2016 o lucro foi de R$ 379 milhões, contra R$ 249 milhões em 2015 - um incremento de 52%.
Satoko afirma que o argumento da ineficiência de sistemas públicos de esgoto não podem ser uma justificativa para a privatização.
"Seus defensores apresentam a privatização como a única solução, mas há muitos bons exemplos no mundo de uma gestão pública eficiente. Afinal, 90% do fornecimento de água no mundo é público", lembra. "A solução não é privatizar, e sim democratizar os serviços públicos."
O economista Vitor Wilher ressalta, entretanto, que privatizar não significa uma saída de cena do estado. Uma parte fundamental do processo é uma estrutura de regulação sólida, estabelecendo obrigações, compromissos, prazos, políticas tarifária.
"Não se trata de entregar para a iniciativa privada. Os contratos têm que estar muito bem amarrados, senão a empresa poderia praticar os preços que quisesse e descumprir os serviços que lhe foram designados. Isso é um ponto importantíssimo. Não basta só privatizar, é preciso regular."

Bandeira da Grécia em AtenasDireito de imagemREUTERS
Image captionNa Grécia, privatização de algumas companhias de água era uma das exigências do programa de resgate ao país.

Lógica do lucro 'incompatível' com serviços?

O estudo da remunicipalização de serviços aponta para incompatibilidades entre o papel social de uma companhia de água e saneamento com as necessidades de um grupo privado. Os serviços providos são direitos humanos fundamentais, atrelados à saúde pública e que, pelas especificidades do setor, precisam operar como monopólio.
Satoko considera que grupos privados não têm incentivo para fazer investimentos básicos que não teriam uma contrapartida do ponto de vista empresarial. No caso do Rio, por exemplo, investimentos necessários para aumentar o saneamento em áreas carentes não dariam retorno, considera.
"Com a concessão para grupos privados, a lógica de operação da companhia muda completamente. Os ativos não pertencem mais ao público. Ela passa a ter que gerar lucros e dividendos que sejam distribuídos para acionistas", diz Satoko.
"O risco é enorme. Sistemas de água não pertencem ao governo, e sim ao povo. Se esse direito se perde, torna-se mais difícil implementar políticas públicas."
A discussão necessária, considera Satoko, é como tornar uma companhia de saneamento mais eficiente e lucrativa para a sociedade. Quando a dívida pública se estabelece como prioridade, não há mais espaço para esse debate.

Fonte BBC com edição("Carangola quer privatizar")

Sorteio Beneficente APAE de Guaçuí(ES). Nesse domingo(06)


Noite de Louvor Ministério Jovem. Na quarta feira(12) em Alvorada.


Casal morre durante incêndio em residência


1 / 4
MANHUAÇU (MG) - A família de Rogério Pereira Pinto, de 42 anos, que morreu carbonizado no domingo (30/07) em um incêndio em uma residência, procura pelos familiares da esposa dele, Geni Gomes da Silva Pereira, de 39. Ela também faleceu.
Geni Gomes da Silva Pereira
Rogério Pereira Pinto
A mulher sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus e chegou a ser socorrida com vida, mas não resistiu aos graves ferimentos e veio a falecer. Geni teve cerca 90% do corpo queimado. A vítima faleceu no Hospital Nossa Senhora Auxiliadora.
Quem tiver qualquer informação sobre os familiares de Geni pode entrar em contato pelo telefone (33) 3321 - 2689.
O caso
Uma homem morreu carbonizado em um incêndio em uma residência na Rua Coronel Chiquinho, no bairro Santa Cruz, em Caratinga, nesta noite de sábado (29/07). Uma mulher foi socorrida em estado grave pelo Corpo de Bombeiros Militar com queimaduras de 2°e 3° graus.
A vítima fatal foi identificada como Rogério Pereira Pinto, de 42 anos. O corpo de Rogério foi encontrado carbonizado em cima de colchão. A outra vítima, Geni Gomes da Silva Pereira, de 39, foi encontrada dentro do banheiro da residência.
Cabo Cassius, do Corpo de Bombeiros, informou que a corporação retornava de uma ocorrência de queda altura, quando a equipe foi acionada via rede de rádio para o atendimento do incêndio. Os bombeiros militares foram para o Pelotão, onde se equiparam para o combate o incêndio, e, na sequência, deslocaram para o local com o caminhão Autobomba Tanque.
Durante o trajeto, os bombeiros receberam a informação de que as chamas já tinham sido controladas por populares, porém, havia duas vítimas com queimaduras graves no local. O Corpo de Bombeiros retornou ao Pelotão para se deslocar com a Unidade de Resgate (UR). "Nos deparamos com duas vítimas, sendo que uma delas já se encontrava em óbito, carbonizada. E, uma outra com de 90% do corpo queimado. Fizemos a avaliação e a imobilização da vítima, transportando-a para o Hospital Nossa Senhora Auxiliadora", disse cabo Cassius.
A área foi isolada e a Polícia Militar resguardou o local até a chegada da perícia técnica da Polícia Civil. Após os trabalhos periciais, o corpo da vítima foi liberado e levado pelo serviço funerário ao Instituto Médico Legal (IML).
O perito Chrystian Mageste informou que não é possível afirmar se o incêndio foi proposital ou acidental. "A gente pode levantar uma hipótese, mas nada mais do que isso. O imóvel é simples e não possui energia elétrica instalada. O padrão está desligado. Dentro do imóvel foram encontradas bitucas de cigarro, isqueiro, vela e garrafas de bebida alcoólica. Então, a gente pode aventar a hipótese de que essas pessoas moravam aqui sem energia elétrica e utilizaram de algum meio para poder fazer iluminação, talvez até calor, chama aberta. Ou por vela ou algum outro material. No local havia um colchão de espuma bem simples e que é de fácil combustão. Como eu disse, é meramente uma hipótese, mas eles poderiam estar sob o efeito de álcool, que talvez mais tarde isso pode ser esclarecido, mediante investigação - e estando assim, sob estupor, veio o fogo a pegar no colchão e não tiveram reação ou defesa para correr. Então, a vítima que ficou dentro da casa e veio a óbito, estava sobre o colchão", detalhou o perito.
Segundo a família de Rogério, ele tinha problemas com álcool e por diversas tentou ajudá-lo. O casal era casado há aproximadamente um ano.
TV Super Canal - Caratinga
Transcrito Parceiro Portal Caparaó

Caminhoneiro assaltado em Realeza é abandonado por bandidos na RJ 220, entre Natividade e Itaperuna

Um caminhoneiro de 38 anos, foi abandonado por bandidos na manhã deste domingo (30), na RJ 220, cerca de um quilômetro de distância do trevo da BR 356. Após fazer contato com policiais militares do 29º BPM, ele contou que trafegava com a carreta Scannia, placa BWO 3577, pela BR 262 sentido ao Espírito Santo, quando durante a madrugada, na altura do distrito de Realeza, Manhuaçu (MG), foi rendido por três elementos em uma caminhonete Ford Ranger de cor prata. Um dos criminosos assumiu a direção do caminhão e a partir daí, com a cabeça coberta, ele passou a “rodar” por horas no banco de trás do utilitário, até ser libertado na estrada Itaperuna – Natividade. O caso foi registrado na 143ª Delegacia e até o fechamento desta matéria, a carreta não havia sido recuperada.

Da redação da Rádio Natividade

domingo, 30 de julho de 2017

Furto de 2 rodas de veículos nessa madrugada em Carangola.

Na madrugada desse domingo furtaram 2 rodas de um veículo estacionado próximo ao Parque de Exposição em Carangola. 
O proprietário e o veículo são de Espera Feliz.
Quem tiver informações que possam ajudar na localização. Liguem 190.

Amigos e Familiares se reuniram nessa sexta feira em "Fariofá" para Celebração do Aniversário da amiga Mônica.


Nessa sexta feira em Faria Lemos("Fariofá), no Solar da Família Simões de Oliveira, amigos e familiares se encontraram para celebrar o aniversário da caçulinha da familia a Mônica. 
O papai Antônio "Ganguru"e a mamãe Dona Lúcia com alegria imensa de sempre recepcionaram a todos em uma grande celebração. 
DJ VALCIR animou com ritmos de épocas. Todos dançaram e se embalaram.
Nosso próximo encontro, dia 11 de novembro em Fariofá, para celebrar o aniversário do Xyko Éocombatente juntamente com a irmã da aniversariante: Cristiane(a primogênita). Os amigos já podem marcar na agenda. Vai ser uma Festa de Arromba. FESTGRAU....
Alegria de rever os amigos e celebrar com essa família. Confiram os registros sob as lentes do Éocombatente







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